E-commerce: Entenda o que é first, second e third party data

18/09/2018 às 21:56 Loja Virtual

E-commerce: Entenda o que é first, second e third party data

As lojas virtuais são uma tendência no mercado. As compras online têm aumentado bastante nos últimos anos e isso aguçou a vontade de muitos jovens brasileiros a empreenderem no setor.

Porém, sabemos como é difícil entender a cabeça dos consumidores e conseguir clientes num mercado cada vez mais concorrido.

É por isso que entre as ações e ferramentas utilizadas para o marketing digital em e-commerces podemos citar como necessário o uso das DMPs (Data Management Platform), em português, a sigla significa plataforma de gerenciamento de dados.

As DMPs são usadas para colher dados de seus clientes e dos demais consumidores e assim tornar a estratégia de marketing de sua loja virtual mais efetiva.

Dessa forma, é possível investir em ações que gerem mais resultados e em anúncios que acabem fechando vendas, sem altos custos.

E dentro das DMPs existem três tipos de dados, são eles: first, second e third party data.

Cada uma se preocupa com um nível de análise e nivelamento de dados. Assim, é possível nutrir um grande volume dados em menos tempo.

É essencial que os empreendedores utilizem as DMPs para conseguirem trabalhar a grande quantidade de dados gerados pelas redes sociais, pelo Google e outras plataformas, utilizando as informações a seu favor.

Qual é a importância das DMPs no e-commerce?

Como já explicamos acima, as DMPs podem lhe ajudar numa segmentação de público e consequentemente numa estratégia de marketing mais efetiva.

Essas ferramentas funcionam integradas com outras plataformas de social media e e-mail marketing, é por isso que elas conseguem absorver uma grande quantidade de dados.

Com a tabulação e a divisão dos dados, é possível qualificar a publicidade e o atendimento da sua loja virtual. Dessa maneira, é possível trabalhar campanhas para públicos específicos.

Quem possui uma loja de roupas femininas, por exemplo, pode criar uma campanha para venda de sapatilhas para jovens entre 18 e 25 anos, solteiras, que moram na região Sudeste, por que este é o perfil das pessoas que compraram um produto desse tipo nos últimos meses.

É importante frisar que é um erro usar as DMPs para fazer uma segmentação ampla. Neste caso, quem usa a ferramenta deve ser o mais específico possível.

Generalizar o seu público é uma maneira de perder dinheiro, tempo e ter métricas como CAC e ROI prejudicadas pela estratégia.

Usar as DMPs é essencial por que as ferramentas conseguem absorver todo tipo de dados e no mundo atual, um clique ou uma rolagem de tela já gera dados.

Todas essas informações podem ser cruciais para que você entenda por que seu público se comporta de tal forma e assim possa otimizar o marketing de sua loja.

Através dessa estratégia, é possível desenvolver uma estratégia de marketing digital baseada em dados confiáveis, o que é essencial para sua loja virtual.

Isso evita que você jogue dinheiro fora e perca tempo com ações e anúncios que não impactaram seus clientes da maneira certa.

Confira agora um pouco mais sobre os três tipos de dados das DMPs:

First Party Data (Dados da Primeira Parte, em português)

Esses dados são os mais simples de serem colhidos por que eles são gerados a partir dos próprios canais de comunicação da sua empresa, como por exemplo, redes sociais, site, CRM, aplicativo, etc.

Por isso, a first party data consiste em agregar dados pessoais de clientes e potenciais clientes como nomes, e-mails, endereços, telefone, sexo, idade, localização, além de alguns dados sobre comportamentos como páginas visualizadas na sua loja virtual e o histórico de compras.

Em resumo, essas são as informações que você consegue obter sem a ajuda de uma DMP, mas que provavelmente não são aproveitadas em todo o seu potencial, por estarem desorganizadas ou mesmo por que muitos não ligam para estes dados.

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Second Party Data (Dados da Segunda Parte, em português)

Essas são informações adquiridas de outras fontes.

Geralmente, é possível conseguir esses dados fazendo parcerias de troca de dados com outras empresas da área ou de um setor relacionado ao seu.

O objetivo aqui é incentivar a cooperação entre empresas e enriquecer mutuamente a quantidade de dados sobre potenciais clientes para a geração de insights que possam alavancar ambos os negócios.

Third Party Data (Dados da Terceira Parte, em português)

Também são informações obtidas através de outros sites, porém estes nem sempre são as fontes originais dos dados.

Aqui é possível obter dados ainda mais profundos sobre o comportamento do cliente como renda mensal, número de filhos, gostos, interesses, objetivos, desafios, etc.

É possível pegar dados de estabelecimentos públicos, pesquisas e também compra-los de alguma empresa.

Por exemplo, as empresas de telefonia costumam ceder número, nome e outras informações de clientes para quem os compra.

Por esse fato, há um grande debate sobre o uso de informações para fins comerciais.

Muitos acusam as empresas de fazerem uma má prática de vendas. E claro, por isso já existem muitos processos contra as empresas que vendem as informações.

Como a violação a informações sigilosas é um crime no país, de acordo com o artigo 5° da Constituição Brasileira, muitas empresas passaram a tomar os devidos cuidados para coletar os dados.

Agora, muitas empresas colocam cláusulas nos contratos assinados por clientes, nestes os consumidores dados sua permissão para o uso ou venda de informação para qualquer fim.

Conclusão

Como vimos, as vantagens do first, second e third party data são muitas.

Com essas informações, é possível facilitar a organização de um grande volume de dados e criar uma estratégia de marketing orgânico e pago bem mais efetiva para uma loja virtual.

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