Designer UX e designer UI: entenda as diferenças!

02/03/2018 às 11:25 Marketing

Designer UX e designer UI: entenda as diferenças!

Quem está começando no mundo do design, com certeza, já ouviu falar em design UX e UI, mas não sabe o que é. Calma! Não é preciso ficar triste por causa disto! Até mesmo designers mais experientes no mercado, não sabem o que significam ou confunde bastante o que são esses dois conceitos da profissão. Isso por que muitas vagas de trabalho na área buscam designer UX e UI, sem separar ou explicar o que é. Por isso, muitos profissionais acabam imaginando que as siglas signifiquem a mesma coisa.

Saber o que é e como funciona cada conceito já te coloca a frente da maioria dos profissionais do mercado, fazendo você passar mais segurança em entrevistas de trabalhos ou para clientes comuns, caso você seja freelancer. Para acabar com sua dúvida falaremos abaixo mais detalhadamente o que é design UX e design UI, explicando como aplicá-los e principalmente as diferenças entre eles, confira:

Designer UX (User Experience)

A sigla UX em inglês significa “experiência do usuário”, na tradução livre para o português. Neste conceito de design, o usuário é o mais importante! O primeiro ponto que temos de frisar é que não é possível controlar a experiência do usuário, por que isso não é uma coisa concreta, mas subjetiva. Por mais que um designer se esforce, ele não pode garantir que tem pleno controle sobre como as pessoas vão se sentir quando experimentarem alguma criação sua. Isso por que, parte das sensações dos indivíduos são ligados ao emocional e costumam ser impulsivos, ou seja, pode mudar rapidamente. Resumindo é imprevisível medir a aceitação de um produto.

Design UI (User Interface)

A sigla UI em inglês significa “interface do usuário”, na tradução livre para o português. Neste conceito, o trabalho é objetivo, as metas são palpáveis e o resultado pode ser controlado pelo profissional de design.

O designer UI trabalha com toda a parte que interage com o usuário como uma peça de divulgação, um layout ou um produto, por exemplo. Num exemplo prático, ao produzir um flyer simples de um evento, o profissional pode controlar o layout da peça, colocando todas as informações que o público precisa saber em destaque e com certa organização. Noutro exemplo, na projeção de um smartphone, o designer pode controlar onde estará cada tecla, como cada comando será executado, etc. Todos os detalhes são parte do conceito de design UI e são concretos. Numa conversa com o cliente, por exemplo, é possível através de um bom briefing entender onde ele quer que fique cada informação e como se dará a execução do projeto.

Qual a diferença entre design UX e UI?

Depois de definirmos cada um dos conceitos, acredito que as diferenças entre ambos ficaram bem claras, mas vamos lá. O design UX tem como objetivo aprimorar o contato com o cliente, buscando maneiras para que ele se sinta mais à vontade dentro de um projeto, ou seja, tenha uma boa experiência de uso. Já o design UI é voltado para todo o planejamento e desenvolvimento de interface de um produto. Sabendo disso, podemos perceber que um completa o outro, correto? Não há como pensar na interface de um aplicativo, por exemplo, sem querer garantir que o usuário tenha uma boa experiência nele. Por isso, geralmente até o no design UI é preciso considerar a opinião do consumidor e suas expectativas quanto a um produto, mesmo não sendo o foco desse conceito.

Por isso, o ideal é que a cada projeto novo, o designer consiga se organizar para melhorar os processos de criança e de experiência do usuário para garantir um bom produto final.

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Como esses conceitos são aplicados no dia a dia?

Como falamos a cima, o design UX complementa o design UI e vice-versa. Ambos são realizados em paralelo para melhorar o resultado de um produto. De forma didática, se você cria uma interface de um produto e depois tenta melhorá-la, você está aplicando estes dois conceitos. E é importante voltar a frisar: O designer tem total controle sobre a interface de um produto, mas não pode controlar quais sensações ele terá nos usuários. Quando um novo produto é lançado, de início nos podemos controlar apenas a execução do trabalho, fazendo da forma que o cliente pediu, mas depois de lançado é possível ter o feedback dos usuários e assim compreender se o produto atendeu as expectativas ou se ele ainda precisa ser melhorado.

Caso o produto não tenha o efeito desejado, será necessário voltar ao projeto e pensar em alterações ou dependendo refazer toda a interface para que a nova versão do produto possa atender melhor aos usuários. E assim começa um ciclo vicioso, já que a cada nova versão de um produto será preciso medir a experiência dos usuários para torná-lo melhor. Por isso, às vezes é preciso repetir o processo de criação várias vezes, até que o produto final atinja o resultado esperado. Não se engane! Um bom design sabe que esse processo faz parte de sua rotina. Qualquer criação, seja um flyer, uma logo, o layout de um site ou mesmo a interface de produtos como carros e roupas precisam da aplicação dessas técnicas para fazerem sucesso no mercado.

Mas então o que é um bom produto? Bom, como falamos acima isso é subjetivo, ou seja, não tem uma regra, não há como fazer. O correto a se dizer é que para um produto emplacar no mercado digital ele precisa ter boas respostas emocionais dos usuários, lembre-se que a experiência dos indivíduos é uma ato impulsivo. Por isso, muitas vezes por mais que a interface respeite todas as técnicas do design UI e tenha uma boa estrutura, seja consistente e organizado, sua criação pode não funcionar. Por não saber como aplicar esses dois conceitos que a maioria dos produtos no mercado atual tem uma boa interface, mas não conseguem levar uma experiência satisfatória aos usuários, o que também é de suma importância. Gostou? Confira mais dicas em nosso blog e conheça o nosso serviço de Hospedagem WordPress.

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