Clientes da área de saúde: 5 dicas de design para seus materiais

11/12/2019 às 08:19 Ajuda

Clientes da área de saúde: 5 dicas de design para seus materiais

Quando a palavra “design” vem à cabeça, a primeira ideia a surgir são logotipos de empresas, websites, uso de cores e formas para fins decorativos, entre outros.

Mas o design propriamente dito vai muito além disso. Design é compreendido como a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais de um produto, de modo a atender às necessidades do consumidor.

O design busca melhorar o conforto, a segurança e a satisfação dos usuários, além de agregar valor aos produtos industrializados e expandir o mercado

O design ajuda a diferenciar um produto e torná-lo único perante os seus concorrentes. Para entender mais sobre essa área, as formas mais conhecidas de design são:

  • Gráfico: projetos de marca e material de papelaria para confecção de um produto físico
  • Produto: projetos de objetos, como cadeiras, automóveis e torneiras.

E quando a palavra é saúde, o design também não poderia ficar de fora. Existem uma gama infinita de possibilidades em que o design pode ser aplicado e que podem ajudar no diferencial de produtos voltados para essa área.

Se você é designer e tem como clientes empresas da área de saúde, separamos 5 dicas de design para seus materiais, pensadas para adicionar valor ao seu projeto criativo.

Invista em conhecimento e ganhe clientes neste que é um setor com faturamento de cerca de 50 bilhões de reais, apenas nos hospitais privados.

  1. Certifique-se de que seu design seja visto

Você pensou numa identidade visual para um dado objeto e, de repente, viu que todo seu trabalho está escondido?

Pois é, isso pode acontecer, caso a criação não esteja posicionada corretamente dentro das dimensões físicas do material para onde ela foi pensada. Utilize funções diferentes como redimensionar a imagem e as setas para manipular o posicionamento do seu design.

Sem dúvidas, essa é uma das principais dicas para seus materiais.

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  1. Foque na utilidade

O produto em si pode ser uma cadeira ergonômica, um estetoscópio, uma seringa de injeção, um kit de primeiros socorros.

Todos eles são, antes de tudo, úteis para uma dada função. O design, por sua vez, ainda que tenha um objetivo, a princípio, de melhoria visual, deve também ser útil.

Isto significa que todos os componentes do design devem servir a um propósito. Por exemplo, se não há motivo para que um determinado produto tenha a forma oval, então é melhor repensar sua elaboração.

Seu objetivo, enquanto designer, é pensar no usuário, que tem problemas no uso daquele objeto e busca uma solução. Qualquer informação planejada para o objeto deve levar em conta a pessoa que irá utilizá-lo.

Caso contrário, em nada irá acrescentar aquela cor ou desenho. Poderá até prejudicar, se não houver uma pesquisa e reflexão adequadas ao desenvolvimento da criação visual.

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  1. Pense na funcionalidade, depois nos recursos

Com clientes na área da saúde, essa é uma dica essencial para seus materiais. É normal pensar que, quanto mais recursos um objeto ou produto possui, mais ele será útil e aproveitado.

Muitas notas, cores, recursos, palavras. É fácil supor que quanto mais, melhor.

No entanto, esse tipo de raciocínio fatalmente pode induzir ao erro.

É por isso que você precisa se concentrar na função sobre os recursos. É comum encher de funcionalidades um objeto, mas as pessoas muitas vezes querem algo simples, que apenas funcione bem, e não um dispositivo inteligente e cheio de cacarecos.

Quanto mais recursos estiverem disponíveis no objeto, que pode ser uma simples muleta, menos simples e intuitivo o produto será. Não é à toa que, muitas vezes, uma chave de fenda serve melhor do que um canivete suíço.

É importante que você pense no propósito final do produto. Qual é o objetivo principal daquele medidor de pressão arterial? Tenha em mente o porquê de aquele objeto existir e concentre-se nele, com o máximo de simplicidade possível.

  1. Tenha foco

O seu objetivo enquanto criador do design é que ele seja popular e disputado. Seus clientes podem ser tanto a esfera governamental, quanto a privada e ainda o terceiro setor, composto por Ongs e outras instituições não lucrativas.

Observe que este é um ambiente bastante competitivo e é muito raro que seu produto tenha um sucesso como um todo.

Foque-se então em um nicho de mercado, no qual você vai se concentrar em, basicamente, uma única necessidade do consumidor.

Desse modo, pense em um problema que possa ser resolvido. Não tente criar um produto que tenha a pretensão de resolver tudo.

Simplesmente desenvolva um produto que possa fazer uma coisa melhor do que outro.

  1.  Estética é fator importante

Dentro da área médica, é usual focar exclusivamente na funcionalidade do produto, na utilidade que aquele objeto ou identidade visual vai trazer.

No entanto, desempenho, fator essencial nesse segmento, não é tudo que importa. Um bom design demanda também uma apresentação visual interessante e atraente, que vai funcionar tanto quanto a própria razão de aquele objeto existir.

O visual consta tanto para softwares, produtos digitais, programas informatizados que guardam e analisam dados dos pacientes, quanto para hardwares e bens tangíveis.

No segmento hospitalar, designers industriais saem na frente e conseguem reunir ambos atributos no desenvolvimento de produtos que atendem demandas médicas, sem deixar de lado a questão de ser agradável visualmente.

Nesse sentido, elegância deixa de ser tão apenas um conceito de beleza visual, e passa a ter um valor agregado ao contribuir para que o ambiente hospitalar seja mais humanizado e aconchegante. Pensar dessa maneira é um diferencial e tanto para adicionar valor ao profissional.

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Transmitir humanidade e empatia na sua criação deve ser uma preocupação incessante para o designer com clientes da área de saúde.

Ter atenção aos detalhes, cores, formas, que deixem o produto mais inteligente e bonito aumentam seu valor.

É preciso que o designer pense que o seu produto estará inserido em um contexto de estresse maior. Pacientes e equipe hospitalar estão sob a pressão de um ambiente adverso, o qual muitas pessoas simplesmente evitam.

Desenvolva uma criação que seja sensível a essa realidade e pense em como tornar a vida dessas pessoas menos atribulada e mais leve. 

E são essas as nossas 5 dicas de materiais para todo designer que tem clientes na área da saúde. O que você acha? Deixe aqui nos comentários! 

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