5 dicas para melhorar a gestão tributária da sua PME

16/03/2019 às 20:09 Ajuda

5 dicas para melhorar a gestão tributária da sua PME

As PMEs devem se organizar financeiramente, a fim de que os seus tributos estejam sempre em ordem, de modo que, equívocos ou atrasos no pagamento dos impostos devidos podem causar diferentes tipos de problemas, como é o caso de problemas legais para a empresa com os órgãos fiscais governamentais, que a impedem de acessar recursos financeiros junto ao poder público.

A eficiência da gestão tributária que é demandada é, portanto, essencial nas PMEs, especialmente se sua tributação tem um sistema de arrecadação específico, precavendo-se de erros (atrasos e inadimplência) e efetuando a lida adequada e inteligente com os recursos existentes.

Entre algumas dicas para melhorar a gestão tributária da PME, destacam-se:

1 – A escolha do melhor regime tributário:

Nesse caso, trata-se da escolha, entre várias opções ofertadas pelo Brasil, da que mais se adequa à sua PME, conforme sua receita e sua área de atuação.

Saber escolher corretamente é o primeiro passo para que as obrigações tributárias do seu negócio, sua lucratividade e a complexidade de sua gestão fiscal sejam fluidas. Essa é uma decisão estratégica que está diretamente atrelada ao sucesso de sua PME.

Além do lucro real e do lucro presumido, as PMEs podem escolher o Simples Nacional, um regime tributário simplificado que envolve :

  • IRPJ,
  • CSLL,
  • PIS/Pasep,
  • COFINS,
  • IPI,
  • ICMS,
  • ISS
  • Contribuição para a Seguridade Social que é destinada à Previdência Social da pessoa jurídica (CPP), seu pagamento é feito pela guia de recolhimento DAS.

Vale ressaltar que é considerada microempresa aquela cuja receita bruta anual é inferior ou igual a R$ 360.000,00 e pequena empresa, com receita bruta anual entre R$ 360.000,00 e R$ 3.600.000,00.

No lucro real, a tributação recai sobre o lucro real da empresa, no regime de lucro presumido, o lucro para incidência da tributação é fixado a partir de padrões aplicados sobre a ROB (Receita Operacional Bruta).

2 – A contratação de um contador:

O processo de contabilidade pode ser um pouco mais difícil e moroso do que o esperado, para tanto, a contratação de um contador é essencial para que acompanhe a gestão tributária da PME.

Essa pode ser uma contratação direta ou terceirizada, sendo fundamental que o profissional seja credenciado e capacitado. Essa medida ajudará ao gestor a manter um controle equilibrado sobre o pagamento dos tributos, todavia, a obrigação de pagar os impostos é sempre da PME.

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3 – Utilização de um software de gestão:

Muitas vezes, a gestão tributária de uma PME se torna mais complexa, de modo que o controle por planilhas personalizadas já não mais dá conta dessa rotina, tornando-se até desorganizada e prejudicial, induzindo a erros.

A automatização dos serviços é uma tendência no mundo dos negócios, em várias segmentos e serviços das PMEs, como uma ferramenta de controle administrativo, inclusive.

Trata-se da possibilidade de se ter uma rotina de gestão de tributos automatizada, com menos equívocos e menos desperdício de recursos humanos, logo, lucratividade, pois, os gestores podem se dedicam a outras atividades dentro da PME.

Cabe salientar que muitos softwares de gestão estão integrados ao sistema do Fisco, o que organiza melhor os pagamentos e o corte de gastos.

4 – Realização de auditorias:

Uma boa organização financeira requer a otimização de processos e da estrutura interna da PME frequentemente.

As rotinas administrativas e as políticas de gestão que são adotadas devem ser revisadas, a fim de que os erros sejam constantemente eliminados e que algumas práticas sejam aperfeiçoadas e repetidas, em caso de sucesso.

No caso da gestão tributária, as auditorias fiscais são responsáveis pelo envolvimento do gestor no que diz respeito à legislação tributária e fiscal atual, estando atento às suas modificações e atualizações, alinhando-se à demanda do mercado sempre.

A contratação de uma empresa voltada para as auditorias tributárias – e que seja habituada com o nicho de sua empresa - é a melhor solução para a PME, pois, ela auxilia o seu negócio e garante que as rotinas fiscais estejam conforme a legislação.

5 – Identificação, avaliação e reversão da inadimplência:

Uma vez inadimplente junto às obrigações tributárias, sua empresa deve entender o erro e corrigi-lo o quanto antes, pois atrasos no pagamento de tributos podem excluir sua PME do Simples Nacional, impedir de participe de licitações e pegue empréstimos junto a órgãos públicos, por exemplo.

Certifique-se se esse problema é esporádico e se os valores devidos são muito altos, se a PME está ressentindo disso e se a precificação dos itens está equivocada.

Avalie ainda se há contas em atraso.

Para sanar o problema, realize cortes e renegocie a dívida, sempre que possível; faça mudanças internas e fique atento à sua rotina tributária.

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